Lucro da ALL avança 20% e soma R$ 185,6 milhões
09/08/2011 - Brasil Econômico
Mesmo com maiores taxas de juros e despesas financeiras no segundo trimestre de 2011, a América Latina Logística (ALL) viu seu lucro líquido subir 19,9% frente ao mesmo período do ano passado.
O lucro líquido consolidado somou R$ 185,6 milhões entre abril e junho deste ano, contra R$ 154,9 milhões um ano antes.
Segundo a companhia, as despesas financeiras líquidas subiram 16,8% na base de comparação anual, para R$ 222,3 milhões, principalmente devido à maior taxa de juros no Brasil.
No primeiro semestre, no entanto, o lucro líquido atingiu R$ 186,1 milhões, valor 2% inferior ao observado no mesmo período de 2010.
A receita líquida registrou expansão de 13,1% ante o segundo trimestre de 2010, para R$ 931,7 milhões.
No mesmo sentido, o volume ferroviário da ALL Brasil cresceu 9,6%, totalizando 11,041 bilhões de tolenadas por quilômetro útil (TKU) no segundo trimestre de 2011.
A companhia explica que o crescimento de volume refletiu uma melhora na produtividade do material rodante, aumentando a capacidade total de transporte na malha ferroviária; e ganhos de participação de mercado, especialmente em commodities agrícolas.
A geração operacional de caixa, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 12,2% no segundo trimestre deste ano, passando para R$ 489 milhões, impulsionado principalmente pela expansão do volume no Brasil.
O lucro líquido consolidado somou R$ 185,6 milhões entre abril e junho deste ano, contra R$ 154,9 milhões um ano antes.
Segundo a companhia, as despesas financeiras líquidas subiram 16,8% na base de comparação anual, para R$ 222,3 milhões, principalmente devido à maior taxa de juros no Brasil.
No primeiro semestre, no entanto, o lucro líquido atingiu R$ 186,1 milhões, valor 2% inferior ao observado no mesmo período de 2010.
A receita líquida registrou expansão de 13,1% ante o segundo trimestre de 2010, para R$ 931,7 milhões.
No mesmo sentido, o volume ferroviário da ALL Brasil cresceu 9,6%, totalizando 11,041 bilhões de tolenadas por quilômetro útil (TKU) no segundo trimestre de 2011.
A companhia explica que o crescimento de volume refletiu uma melhora na produtividade do material rodante, aumentando a capacidade total de transporte na malha ferroviária; e ganhos de participação de mercado, especialmente em commodities agrícolas.
A geração operacional de caixa, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 12,2% no segundo trimestre deste ano, passando para R$ 489 milhões, impulsionado principalmente pela expansão do volume no Brasil.

Concerteza não resta duvida de que atualmente a ALL transporta muito mais TKU do que jamais foi visto no corredor MS/SP.
ResponderExcluirApesar do reconhecido investimento que vem sendo feito,ainda há muito a se melhorar.
Porém entre todas as Gestões privadas(modernas) que foram feitas incluindo Ferroban,Ferronorte e Brasil Ferrovias eu avalio como a melhor até hoje.
Renan, certamente a ALL investe bastante na malha norte. Lógico que uma malha que sofreu por pelo menos 20 anos o sucateamento das empresas anteriores (incluo FEPASA porque ela só rodava, afinal, pelo que herdara das anteriores, não houve investimentos sérios na bitola larga) não é recuperada de um dia para o outro. Falta muito, e certamente sempre faltará. Abraço.
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